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COM DUAS INDICAÇÕES AO PRÊMIO SHELL, ESSA NOSSA JUVENTUDE REESTRÉIA NO TEATRO FECOMÉRCIO

A peça Essa Nossa Juventude , do americano Kenneth Lonergan (um dos autores do filme Gangues de Nova York, com Leonardo di Caprio e Daniel Day-Lewis), volta ao cartaz dia 10 de fevereiro, com Paulo Vilhena, Silva Lourenço e Gustavo Machado.

 

Com duas indicações ao Prêmio Shell de Teatro de São Paulo, nas categorias melhor ator para Gustavo Machado e melhor cenografia para Cássio Amarante e Marcelo Larrea , o espetáculo Essa Nossa Juventude volta em cartaz dia 10 de fevereiro, sexta-feira, às 21h30 , no Teatro FECOMERCIO . A peça marca a estréia da atriz Maria Luisa Mendonça e da dramaturgista Christiane Riera e da cineasta Laís Bodanzky (premiada pelo filme Bicho de Sete Cabeças ), respectivamente na produção e na direção teatral.

A montagem do texto do norte-americano Kenneth Lonergan ganha vida nos palcos com a interpretação dos atores Paulo Vilhena , Gustavo Machado (que estreou no cinema com o Bicho ) e Sílvia Lourenço (protagonista do premiado longa-metragem Contra Todos ). A equipe se completa com Cássio Amarante (diretor de arte dos filmes Abril Despedaçado , Bossa Nova e Central do Brasil ) e Marcelo Larrea nos cenários e a colaboração do roteirista Bráulio Mantovani ( Cidade de Deus e indicado ao Oscar por Melhor Roteiro Adaptado em 2004) nos diálogos.

Um dos autores do filme Gangues de Nova York (com Leonardo di Caprio e Daniel Day-Lewis), Kenneth Lonergan é um dos mais importantes dramaturgos contemporâneos. Antes de estrear em Londres, Essa Nossa Juventude ( This is Our Youth ) concorreu ao prêmio de Melhor Peça do Drama Desk, em 1998, em Nova York.

“Mesmo sendo um texto americano, esse drama atinge universalidade ao criar um diálogo com jovens de todo o mundo. O autor Kenneth Lonergan consegue grande ternura na sua escrita que, incrivelmente generosa, trata de seus três personagens com compaixão e nenhum julgamento moral, ao mesmo tempo com leveza e seriedade”, fala Maria Luisa Mendonça. Apostando em sua primeira produção teatral, Maria Luisa explica que “o texto lida, com humor e profundidade, com questões universais que preocupam não só os jovens de hoje, como também os adultos envolvidos nesse processo.”

“Com diálogos realistas e afiados, no estilo ácido e preciso de David Mamet, o texto – através de sua carpintaria teatral realista clássica, na linha de seus conterrâneos Tennesse Williams e Arthur Miller – é um clássico contemporâneo, comovente e bem-humorado, uma peça que faz rir, chorar, se divertir, se emocionar e, ao mesmo tempo, refletir”, afirma Christiane Riera, que acredita que nas mãos de uma talentosa diretora e nos gestos de atores brilhantes a montagem será bem-sucedida.

 

Sobre a montagem

Para a diretora Laís Bodanzky – que começou a carreira no CPT, de Antunes Filho ( onde atuava e dirigia pequenos contos) e agora retorna ao teatro – estrear como diretora de teatro dá um certo frio na barriga. “Tem um quê de novidade, dá até uma pequena insegurança”, comenta a premiada diretora de cinema, dizendo que o prazer de dirigir é o mesmo no cinema e no teatro. Para ela, o que importa é o processo de criação.

De acordo com a diretora, “ Essa Nossa Juventude é um texto que a gente não esquece no dia seguinte. As personagens são verdadeiras em seus comportamentos, fazendo com que a gente se identifique com seus conflitos e torça por elas. O que me interessa nesta peça é a história na boca dos atores. Para a direção, é um mergulho no trabalho de interpretação, uma imersão nas sutilezas do jogo teatral, buscando a densidade das personagens. A informação da cena muitas vezes está no subtexto ou no gesto do ator, o que torna a encenação rica e intrigante”, fala Laís Bodanzky, completando que “o tom cotidiano e intimista faz com que essa peça pareça um filme. A trama se desenrola em um cenário único, como se fosse uma grande cena. É como se o espectador estivesse espiando no buraco da fechadura. E quem não gosta disso? É este o sentimento que pretendo manter na montagem”, completa, explicando que “a levada com os atores é naturalista e a montagem é bem realista”.

 

Sinopse

Uma tragicomédia contemporânea, Essa Nossa Juventude pinta um retrato agridoce do momento de transição da adolescência inocente à descrença e dureza do universo adulto. A peça cobre 48 horas na vida de três jovens (Dennis, Warren e Jéssica), sufocados por uma cultura cujos valores circulam em torno de dinheiro, poder e sucesso. Dennis, expansivo e manipulador, mora num apartamento financiado por seus pais. Warren, seu melhor amigo, procura abrigo depois de fugir de casa com uma mala cheia de dinheiro roubado do próprio pai. Com problema de auto-estima, sem a menor idéia do que fazer com o dinheiro roubado e a vida que lhe parece perdida, Warren precisa da ajuda de Dennis para resolver sua desastrosa empreitada.

Dennis é o herói e o modelo de Warren. Mas é também o seu maior carrasco, sempre disposto a apontar e ironizar as falhas e fraquezas do amigo. É Dennis quem lhe apresenta Jéssica, uma jovem charmosa e irriquieta, cuja personalidade mistura confiança e vulnerabilidade. Warren, desajeitado e inseguro, consegue conquistá-la, mas logo a perde, como outras coisas preciosas que perdeu em sua vida. Em apenas dois dias, o embate entre esses três jovens revela gradualmente a angústia de enfrentar o mundo lá fora por conta própria.

 

Outras montagens

Nossa Juventude estreou em Nova York em 1996, no teatro INTAR, um espaço pequeno e experimental, de grande prestígio para lançamento de textos teatrais inovadores. Em 1998, voltou aos palcos do Second Stage Theater, conhecido como palco privilegiado para investigações dramatúrgicas contemporâneas. Foi remontada há dois anos em Londres, causando muito agito no West End, o reduto das montagens de melhores peças da Inglaterra, onde obteve grande êxito de crítica e de público. Desde então, o espetáculo vem apresentando grandes atores jovens no palco enérgico e dinâmico, por onde já passaram Matt Damon, Casey Affleck e Summer Phoenix, entre muitos outros.

 

Sobre o autor

Kenneth Lonergan é autor de obras teatrais e cinematográficas premiadas e respeitadas no mundo inteiro. Essa Nossa Juventude estreou em Londres há mais de dois anos e continua em cartaz. Foi considerada por alguns críticos da atualidade a melhor peça para jovens escrita nos últimos tempos. Lonergan é ainda presença constante nos palcos nova-iorquinos. O Herói do Lobby ( Lobby Hero ) foi indicada por diversos comitês críticos como a melhor peça de 2000 (Drama Desk Best Play, Outer Critics Circle Best Play e John Gassner Playwriting, entre outros); A Galeria Waverly ( The Waverly Galery) concorreu ao Pulitzer, o prêmio de maior prestígio em dramaturgia, em 2001; e Essa Nossa Juventude ( This is Our Youth ) concorreu ao prêmio de Melhor Peça do Drama Desk, em 1998, em Nova York.

Kenneth Lonergan foi ainda um dos autores do filme Gangues de Nova York , que concorreu ao Oscar de Melhor Roteiro Original em 2003. Escreveu e dirigiu o longa-metragem Conte Comigo ( You Can Count On Me ), que também foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original em 2001 e ganhou o Prêmio do Júri do Sundance Film Festival, além de ter sido eleito o Melhor Roteiro de 2001 pelos críticos do New York Film Critics Circle, LA Film Critics Circle, Writers Guild of America e National Board of Review.

 

Sobre a direção

Laís Bodanzky é a premiada diretora de Bicho de Sete Cabeças (2000) , seu primeiro longa-metragem, com o qual obteve sucesso de público e excelente recepção da crítica. No ano de 2001, o filme recebeu o prêmio do Júri Jovem no 54º Festival Internacional de Cinema de Locarno, na Suíça. No Brasil, o longa ganhou 7 prêmios da Academia Brasileira de Cinema, além do Prêmio Troféu BR - Melhor Diretor Estreante no 29º Festival de Gramado, e ainda colecionou vários prêmios nos Festivais de Brasília e Recife. Formada em cinema pela FAAP, realizou vários trabalhos em vídeo, como Bia Bai , vencedor do Festival do Minuto de 1993, e Desliga Esse Troço! (prêmio do programa Cine Mania TV Manchete). Seu primeiro trabalho em cinema foi o curta-metragem Cartão Vermelho (prêmios no Brasil, incluindo o de Melhor Direção no FestRio 94 e Prêmios de Melhor Atriz e Prêmio da Crítica no Festival de Brasília de 1994). Em 1995, o filme foi selecionado para o New York Film Festival e foi exibido no Canal Plus da França e da Espanha.

Cine Mambembe, um de seus projetos mais bem-sucedidos, foi desenvolvido a partir de 1996, em parceria com Luiz Bolognesi. O Cine Mambembe realizava exibições itinerantes de filmes brasileiros para públicos que não tinham acesso às salas de cinema e resultou no documentário Cine Mambembe - O Cinema Descobre o Brasil (Prêmio Brasil de Melhor Documentário 2000; a Margarida de Prata 1999; o Prêmio Especial do Júri no Festival de Gramado 99; o 2o Melhor Documentário da América Latina no Festival de Havana 99 e o Melhor Filme Internacional de Vanguarda no Festival Internacional de Nova York 2000). Hoje o projeto ganhou amplitude e um novo formato, mais profissional, deixando de ser mambembe e virando o CINE TELA BRASIL, a sala de cinema com a maior taxa de ocupação de todo o país. Em paralelo, Laís desenvolve seu próximo longa-metragem União Fraterna . Apesar de sua longa trajetória no cinema, Laís começou sua carreira artística no teatro, onde foi atriz integrante, durante quase um ano, do Centro de Pesquisa Teatral, sob a direção de Antunes Filho. O comando de Essa Nossa Juventude significa, para ela, um prazeroso retorno ao palco.

 

Sobre a produção

Maria Luisa Mendonça começou a carreira artística como atriz em 1987, interpretando a personagem Alaíde, em Vestido de Noiva , de Nelson Rodrigues, sob a direção de Carlos Wilson. Na sua sólida formação teatral, cursou o Teatro Tablado e a Cal, no Rio de Janeiro, e ainda a École Internationale de Mime e a École Internationale de Théâtre Jacques LeCoq, ambas em Paris (1990).  Com o diretor Moacyr Góes, atuou em Os Gigantes da Montanha , de Luigi Pirandello, e Romeu e Julieta (1992), de William Shakespeare, no papel de Julieta. Ainda no teatro, fez o monólogo, Valsa no. 6 , de Nelson Rodrigues, sob a direção de  Cristina Ribas, em 1994.

Na televisão, Maria Luisa atuou na novela Renascer , de Benedito Ruy Barbosa, no papel de Buba, com o diretor Luís Fernando Carvalho. Em 1995, fez a minissérie Engraçadinha , de Nelson Rodrigues, no papel de Letícia, sob a direção de Denise Saraceni. Em 1996, estrelou em A Muralha , de Maria Adelaide Amaral, no papel de Margarida. Atuou, ainda, recentemente, na minissérie Os Maias, de Eça de Queiroz.  Maria Luisa fez participação de destaque em especiais da Rede Globo e programas de humor, como Os Normais , A Grande Família e Terças Nobres . Seus mais recentes trabalhos em televisão foram Os Contos da Meia-Noite , para a TV Cultura, a minissérie Um Só Coração e a comédia A Diarista.

Estreou no cinema já como a protagonista de Coração Iluminado , de Hector Babenco, no papel de Ana. Ainda com Babenco, trabalhou em Carandiru , como Dalva, em 2002. Também atuou em Três Marias , de Aloizio Abranches. No ano passado, protagonizou o longa-metragem Jogo Subterrâneo , de Roberto Gervitz, no papel da protagonista Ana, e já está preparando seu papel para Querô, o longa-metragem, de Carlos Cortez, ainda em pré-produção. Em 2003, Maria Luisa voltou aos palcos do Rio de Janeiro com a montagem de Os Sete Afluentes do Rio Ota , de Robert Lepage, em cinco papéis diferentes, sob a direção de Monique Gardenberg.

Christiane Riera é dramaturgista com Mestrado em Dramaturgia e Crítica Dramática pela Yale University, onde está terminando seu doutoramento. Também é Mestre em Teoria Literária e Literatura Comparada pela Universidade de São Paulo (USP), onde defendeu sua tese sobre Nelson Rodrigues. Passou sete anos nos Estados Unidos estudando e trabalhando em teatro. Foi crítica do jornal The Village Voice , em 2001. Neste mesmo ano, trabalhou como consultora em dramaturgia avaliando textos teatrais para o prestigioso The New York Theater Workshop . Nesta época, já havia trabalhado por três anos, como consultora, para o Yale Repertory Theater e estagiado no The Flea Theater, em TriBeCa.

Sua experiência em montagens como dramaturgista foram todas em Nova York e New Haven, incluindo O Misantropo , dirigida por Lisa Channer; Tango Palace , escrita por Maria Irene Fornes e dirigida por Miranda Hoffman; O Doente Imaginário , dirigida por Mark Rucker; Macbeth , dirigida por David Kennedy; Crumbs from the Table of Joy , dirigida por Seret Scott, entre muitas outras. Nos últimos dois anos, Christiane vem trabalhando como avaliadora e consultora de roteiros no Dpto. de Dramaturgia da produtora Gullane Filmes, onde já contribuiu com diretores e roteiristas como Carlos Cortez, Heitor Dhalia, Marçal Aquino e Cao Hamburger. Recentemente fez consultoria para o roteiro O Jardineiro Fiel , filme produzido pela Focus Features e dirigido por Fernando Meirelles. Ainda como consultora de roteiros, fez freelancers para as produtoras Good Machine e Thousand Words, ambas em Nova York.

Como crítica, Christiane escreveu artigos para a revista Theater e Bravo! . Em maio de 2000, recebeu o prêmio Truman Capote, por excelência em escrita crítica, outorgado pela Yale University e pela família do escritor norte-americano. Atualmente é membro do NUDRAMA, o núcleo de discussão de dramaturgia da USP. Em Essa Nossa Juventude , além de dramaturgista, Christiane também faz sua estréia como produtora teatral.

 

Sobre os atores

Paulo Vilhena começou a carreira de ator no seriado da Rede Globo Sandy e Júnior . Desde então, tem trabalhado em televisão. Já participou das novelas Coração de Estudante , dirigida por Ricardo Waddington; Agora é que são elas , dirigida por Roberto Talma; Celebridade , dirigida por Dennis Carvalho, e A Lua me Disse , de Roberto Talma. Ainda na televisão, foi apresentador do programa Vídeo Show , na Rede Globo; e do programa Tribos , no canal Multishow. Em 2006, Paulinho se prepara para protagonizar o seu primeiro longa-metragem, O Magnata , que tem roteiro do cantor Chorão e está atualmente em pré-produção pela Gullane Filmes de São Paulo. No teatro, Paulo já atuou em Tutti-Frutti , sob a direção de Marcelo Caridade; e Segredos do Pênis , sob o comando de Evandro Mesquita. Também dirigiu o espetáculo Quarto de Estudante , texto de Roberto Freire, que estreou em janeiro de 2005 em São Paulo e já teve sua segunda temporada no Rio de Janeiro.

Gustavo Machado iniciou a carreira no teatro há 15 anos no Rio de Janeiro. Veio para São paulo em 1993, estrelando no premiado musical infantil de João Falcão A Ver Estrelas (1995). Atuou em Hamlet, direção de Francisco Medeiros; Ensaio para Danton , com a Cia. do Latão, e em Toda Nudez Será Castigada e Álbum de Família , de Nelson Rodrigues, ambas dirigidas por Cibele Forjaz. Sob a direção de Romero de Andrade Lima, pôde ser visto em Auto da Paixão , Lira dos 500 anos , Yerma e Pavão Misterioso . Recentemente, atuou em Patty Difusa , um espetáculo de Cristiane Tricerrri a partir de crônicas de Pedro Almodóvar. Este ano esteve no Teatro de Arena com o monólogo O Nome da Peça Depende da Lua, dirigido por Vadim Nikitim. Ainda protagonizou Canção do Cisne , uma adaptação de Tchékhov, e Belo , espetáculo solo baseado em Jean Cocteau, com o qual recebeu um prêmio da Jornada SESC de Teatro em 1998. Gustavo também escreve e dirige para o teatro. Seus dois espetáculo de maior sucesso foram Pagarás com tua alma e De quatro. Também dirigiu o primeiro texto de Jorge Mautner para o teatro, Vênus castigadora do Amazonas. Gustavo é integrante da Cia Livre, que ocupou o Teatro de Arena Eugênio Kusnet, onde participou de diversos espetáculos, mostras de dramaturgia, Arena conta Arena 50 anos, etc. No cinema, atuou em Bicho de 7 Cabeças , de Laís Bodanzky, e Contra Todos, de Roberto Moreira. Participou também dos curtas Tragédia Brutal , de Pedro Granato, e Nós Também , de Cristina Febe e Judith Belfer. Acaba de dirigir um curta-metragem com Gero Camilo, Parabéns, na recém-formada Fulerage Filmes.

Silvia Lourenço, formada em Letras pela Universidade de São Paulo, ingressou no teatro com o diretor Antunes Filho, no Centro de Pesquisa Teatral do SESC/São Paulo. Também se profissionalizou como atriz no curso de teatro Escola Célia Helena. Já atuou nas peças Pequenas histórias que a história não conta , Caleidoscópio, Em pedaços , com direção e texto de Luiz Carlos Moreira, do grupo Engenho Teatral, uma trupe de teatro móvel que atua na periferia de São Paulo. Também atuou, escreveu e dirigiu as cenas Sopa de feijão , Leque de inverno e Um minuto de silêncio , para o projeto Prêt-a-Porter, todas feitas sob a coordenação de Antunes Filho no SESC Anchieta. Silvia estreou nas telas com o premiadíssimo longa-metragem Contra-Todos , de Roberto Moreira, um filme que já lhe rendeu nove prêmios de “melhor atriz”, entre eles os prestigiosos APCA, SESC e FIESP de 2004. Acaba de fazer seu segundo longa-metragem Cheiro do Ralo , com o diretor Heitor Dhalia, e se prepara para protagonizar o filme Egotrip ( título provisório), segundo longa de Roberto Moreira, com quem colabora no roteiro.

 

Para roteiro

ESSA NOSSA JUVENTUDE

Reestréia dia 10 de fevereiro, sexta-feira, às 21h30, no Teatro Fecomércio. Texto Kenneth Lonergan . Direção  – Laís Bodanzky. Elenco – Paulo Vilhena, Gustavo Machado e Silvia Lourenço. Iluminação  – Alessandra Domingues. Cenário  – Cássio Amarante e Marcelo Larrea. Tradução – Christiane Riera e Maria Luisa Mendonça. Produção – Maria Luisa Mendonça e Christiane Riera. Colaboração  – Bráulio Mantovani. Direção de Produção – Morente Forte. Temporada – Sexta às 21h30, sábado às 21 horas e domingo, às 19 horas. Ingressos – Sexta-feira e domingo R$ 30,00 e sábado R$ 40,00 (aceita carteirinha de estudante). Duração – 100 minutos. Censura Recomendado a partir de 14 anos.

 

TEATRO FECOMÉRCIO – Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – Bela Vista. Telefone: (011) 3188.4141 . Capacidade – 522 lugares. Tem ar condicionado e espaço para deficientes físicos. Aceitam-se cartões de crédito (todas as bandeiras) e cheques de todos os bancos. Atenção: após o início da apresentação não é permitida a entrada de espectadores.

Assessoria do teatro - Manoel Carlos Jr.
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